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Amaggi, Coopercitrus, Souza e Lucas Participações, Viola Participações e Tecnobeef anunciam investimento em empresa de fertilizantes sustentáveis

O potencial do agronegócio brasileiro, a forte dependência dos fertilizantes químicos importados, a possibilidade de entregar ao mercado produtos competitivos do ponto de vista socioambiental que entregam resultados efetivos e o necessário aumento da produtividade da agricultura – essencial para atender à crescente população mundial – juntam importantes players com sinergia e alinhamento para um propósito inovador.

Amaggi, Coopercitrus, Souza e Lucas Participações, Viola Participações e Tecnobeef estão criando uma empresa de fertilizantes sustentáveis, que cuida da vida do solo para transformar vidas humanas e contribuir para alimentar o futuro. Sua missão é oferecer uma alternativa inovadora e responsável, alinhada a valores fundamentais. Com fertilizantes organominerais, será cultivada uma agricultura sustentável. Com práticas responsáveis, será promovido um futuro produtivo, preservando a conexão vital com o meio ambiente. Com parcerias duradouras, trilha um caminho que conecta e beneficia a todos.

Em sintonia com a linguagem da terra, a empresa soma sustentabilidade e tecnologia para criar soluções que redefinem horizontes e fomentam transformações, construindo um legado de harmonia para as gerações futuras. Por meio da tecnologia, se propõe a buscar eficiência, otimização e produtividade para atender os agricultores. E investir em pesquisa e inovação para contribuir para a saúde da terra.

Soja, milho, cana, citros e café estão entre as principais culturas-alvo da empresa, que colocará no mercado uma gama de soluções para diversas outras culturas.

A primeira unidade industrial será instalada no município de Altair (SP), fortalecendo a economia local com geração de emprego e renda, e na primeira fase estima-se a geração de cerca de 150 empregos diretos. O plano é produzir 200 mil toneladas de fertilizantes sustentáveis no primeiro ano.

O projeto foi submetido à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

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