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Mais uma continuidade da série de artigos sobre micotoxinas produzido pela Polinutri trata das aflatoxinas e seus efeitos deletérios na produção animal

O conteúdo faz parte de uma sequência de artigos sobre micotoxinas e nessa terceira parte do material o objetivo é discorrer sobre as aflatoxinas, uma das micotoxinas que mais causam debilidade em aves e que também atingem outros animais, como suínos e bovinos

O artigo sobre as aflatoxinas e seus efeitos deletérios na produção animal foi produzido e assinado pela Dra. Jaqueline de Paula Gobi, Gerente de Pesquisa e Inovação da Polinutri e o Dr. André Viana, Chief Technology Office da Polinutri, contendo informações técnicas para melhor entendimento do que são as aflatoxinas e como elas afetam negativamente a produção animal. “Trouxemos nesse artigo as características das aflatoxinas, modo de contaminação, absorção e ação negativa no metabolismo das aves, além de apresentarmos seus impactos em outras espécies. Um material produzido com objetivo de contribuir para um controle de forma eficaz”, introduz a Dra. Jaqueline.

O material inicia com uma introdução sobre as aflatoxinas e as suas características, um fungo que, conforme destacado pelos autores, devido sua rápida absorção no trato gastrointestinal, é extremamente tóxico para as aves, ocasionando uma série de efeitos deletérios. “As intoxicações causadas por aflatoxinas são denominadas aflatoxicoses. Os efeitos primários dessa doença em aves podem ser utilizados como guia para um diagnóstico clínico, como por exemplo: a alteração no tamanho dos órgãos internos, que é uma das mais marcantes mudanças que podem ser utilizadas como orientação no diagnóstico clínico das aflatoxicoses”, explica o também autor do artigo Dr. André Viana.

Devido à sensibilidade desses animais a esses metabólitos e seus consequentes efeitos deletérios na produção, outras espécies também são acometidas por micotoxicoses. “Dentre os mamíferos, os suínos representam uma das espécies mais suscetíveis aos efeitos deletérios das aflatoxinas, ao contrário dos ruminantes, que quando comparados aos animais monogástricos, são menos suscetíveis às aflatoxinas, mas ainda assim, dependendo de sua concentração, possui capacidade patológica da aflatoxina”, completa o Dr. André.

Cientes deste grande desafio na avicultura industrial nacional, os autores destacam a importância do mercado contar com uma importante ferramenta de apoio, como o caso do aditivo adsorvente de micotoxinas Micotoxi-fin da Polinutri, avaliado por ambos como um forte aliado na luta contra as micotoxinas.

“Nos próximos artigos produzidos pela nossa equipe, falaremos de forma mais profunda sobre o uso de adsorventes como estratégia para minimização dos efeitos deletérios causados pelas micotoxinas”, conclui Dra. Jaqueline.

Para acessar o material completo que se encontra disponível gratuitamente no blog da Polinutri

Fonte: Assessoria

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