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No primeiro dia do SIAVS o time Ceva Aves reuniu profissionais avícola para discutir aerossaculite na avicultura

A palestra, organizada pela Unidade de Negócios Aves da Ceva, apresentou uma linha de manejo investigatório sobre casos de aerossaculite e as possibilidades de investigação e controle desta condição clínica dos frangos de corte

No primeiro dia do Salão Internacional da Avicultura e Suinocultura (SIAVS), que aconteceu entre 9 e 11 de agosto no Anhembi Parque (São Paulo/SP), a Unidade de Negócios Ceva Aves promoveu uma palestra com o tema “Incidência de lesões de aerossaculite no segmento avícola”, condição clínica que é uma das principais lesões de infecções respiratórias em aves causando grande impacto econômico e zootécnico dentro da avicultura industrial.

“Aerossaculite é uma lesão que quando detectada merece uma ágil investigação”, apresentou o responsável pelos Serviços Veterinários para América Latina da Ceva e palestrante, Dr. Luiz Sesti.

Como um profissional experienciado em biosseguridade avícola, Dr. Sesti foi enfático: “Todo profissional de campo, médico veterinário ou profissões correlatas na linha de frente da produção avícola devem investigar de imediato as possíveis causas que possam estar causando a incidência desta sintomatologia”. Além disso, deixou claro que problemas como o de manejo, qualidade do pintinho de um dia e condições ambientais são pontos que precisam ser checados. “Devemos conter o máximo de informações, não é uma investigação simples. Um bom exemplo é conhecer bem as condições de manejo e saúde do sistema de produção, nível de contaminação ambiental, os fatores que podem intensificar os quadros, como qualidade de ar, temperatura, manejo, etc... enfim, devemos ser rápidos e objetivos e ter sempre em mente que esta é uma condição normalmente multifatorial”, destacou Dr. Luiz Sesti.

Após apresentação dos casos e estudos sobre os danos causados pela aerossaculite, condição clínica que nos últimos tempos tem sido de alta incidência na região Sul do País, os participantes foram contemplados com uma grande mesa de discussão, perguntas e respostas de profissionais não só da região mais afetada, mas outros, a exemplo de avicultores da Região Sudeste, que passaram a registrar os mesmos casos de forma mais efetiva. “A aerossaculite pode desencadear grandes prejuízos econômicos para o produtor em decorrência de um aumento na taxa de condenação de carcaças e atraso no fluxo de abate na planta de processamento. É uma condição séria, que deve ser investigada de forma assertiva para ser controlada o quanto antes. Portanto, quando houver uma alta condenação por aerossaculite, deve-se ir a campo e realizar-se uma ampla amostragem e investigação laboratorial”, concluiu o palestrante.

Fonte: Assessoria

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